AO VIVO, EUA afundam navio de guerra do Irã e matam ao menos 80; siga

No Oceano Índico, a Marinha do Sri Lanka resgatou 32 pessoas do navio iraniano atingido por torpedo americano e segue na busca por mais vítimas. No Irã, uma cerimônia que seria realizada hoje para o Líder Supremo, aiatolá Ali Khamenei, foi adiada

Pontos-chave

Cobertura ao Vivo

Editada por Marina Rossi, Rute Pina, Iara Diniz, Julia Braun, Pedro Martins e Daniel Gallas, da BBC News Brasil em Londres e em São Paulo

  1. Espanha concorda em cooperar com os militares dos EUA após críticas de Trump, diz secretária

    Karoline Leavitt, secretária de imprensa dos Estados Unidos, afirmou que a Espanha concordou em cooperar com as Forças Armadas do país.

    Nesta terça, Trump ameaçou suspender todo o comércio com a Espanha depois que o país impediu os EUA de utilizarem suas bases militares como parte da operação no Irã.

    Agora, segundo Leavitt, a Espanha ouviu "alta e claramente" a mensagem de Trump. Ela acrescentou que o presidente americano espera que todos os aliados europeus cooperem com a operação.

    "A Operação Epic Fury (os EUA apelidaram a operação militar de "Fúria Épica") abriu um novo caminho que garantirá melhor a segurança dos Estados Unidos e do nosso povo", afirmou.

    “Não se enganem: eliminar esses terroristas brutais é bom para a América e torna o mundo um lugar muito mais seguro”, acrescentou a secretária de imprensa, ao prestar homenagem aos militares americanos mortos desde o início da operação.

    Leavitt afirmou que mais de 17.500 americanos retornaram em segurança aos EUA vindos do Oriente Médio desde o início da operação de evacuação de civis na região.

  2. Secretária de imprensa diz que EUA querem 'extinguir permanentemente' ambições nucleares do Irã

    Karoline Leavitt em coletiva de imprensa

    Crédito, Getty Images

    A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, fala neste momento a jornalistas em Washington DC.

    Ela afirmou que as operações dos Estados Unidos no Irã têm como objetivo "extinguir permanentemente suas ambições nucleares".

    Leavitt detalhou metas que vêm sendo mencionadas por outros integrantes do governo nos últimos dias — entre elas, destruir os mísseis balísticos iranianos e aniquilar sua Marinha.

    Segundo ela, os EUA já destruíram mais de 20 embarcações — informação que já havia sido divulgada anteriormente pelo Comando Central dos EUA.

    Leavitt disse ainda que os líderes iranianos estão "pagando com sangue" pelo que chamou de crimes contra os Estados Unidos, antes de mencionar ações do regime desde a Revolução Iraniana de 1979.

    Ela afirmou que presidentes anteriores foram "fracos demais" diante do Irã, mas que "Trump é finalmente um homem de ação".

  3. Iraque é afetado por apagão nacional, diz Ministério da Eletricidade

    O Ministério da Eletricidade do Iraque informou que todo o país foi afetado por um apagão total.

    “A rede elétrica foi completamente desligada em todas as províncias iraquianas”, afirmou a pasta, segundo a Agência de Notícias Iraquiana (INA).

    As causas da interrupção ainda estão sob investigação, informou o ministério em nota obtida pela agência Reuters.

  4. Presidente do Irã diz a países vizinhos que 'não teve escolha' a não ser retaliar os EUA

    O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou a países vizinhos do Golfo que o Irã “não teve escolha” a não ser responder aos ataques dos Estados Unidos e de Israel.

    Depois que os EUA e Israel lançaram uma campanha de ataques contra o Irã em 28 de fevereiro, o país respondeu disparando centenas de mísseis e drones contra seus vizinhos árabes.

    Isso incluiu ataques a bases militares dos EUA e a infraestruturas civis e energéticas em países do Golfo — entre eles os Emirados Árabes Unidos, o Catar e Omã.

    Em uma publicação no X, Pezeshkian disse aos países vizinhos que o Irã se esforçou, “com a ajuda de vocês”, para evitar uma guerra.

    Mas acrescentou que os ataques dos EUA e de Israel deixaram o Irã “sem escolha a não ser nos defendermos”.

    O presidente iraniano afirmou ainda que respeita a soberania de seus vizinhos e que acredita que a paz na região “deve ser garantida pelos países da própria região”.

  5. Chefe de segurança do Irã pergunta a Trump: 'A América ainda vem em primeiro lugar — ou Israel?'

    Ali Larijani

    Crédito, Reuters

    O chefe de segurança do Irã, Ali Larijani, advertiu o presidente dos EUA, Donald Trump, de que a morte do aiatolá Ali Khamenei "custará caro a você", após o líder iraniano ter sido morto nos ataques conduzidos por EUA e Israel contra o Irã.

    Em uma publicação no X, Larijani afirmou que Trump "arrastou o povo americano para uma guerra injusta com o Irã", depois de ter sido "influenciado" pelas "palhaçadas" do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

    "A América ainda vem em primeiro lugar — ou Israel?", questionou ele.

    Como lembrete, os EUA e Israel lançaram ataques de grande escala contra o Irã em 28 de fevereiro e, desde então, continuam a atingir alvos em todo o país.

    O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que Washington sabia que haveria uma ação israelense, o que significava que os EUA precisavam agir "preventivamente" diante de ataques iranianos esperados contra forças americanas.

  6. Forças de Israel entraram em vilas no sul do Líbano, diz ONU

    Por Samantha Granville, da BBC News em Beirute

    A missão de paz das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) informou à BBC que o Exército de Israel entrou em várias vilas libanesas próximas à chamada "Linha Azul", a linha de demarcação estabelecida pela ONU entre o Líbano e Israel.

    A força de paz não forneceu imediatamente detalhes sobre a escala ou a duração das incursões.

  7. Análise: Superioridade aérea dá aos EUA liberdade para atacar com aviões maiores

    Por Chris Partridge, analista de armamentos da BBC News

    O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que “mais e maiores ondas estão a caminho”, o que coincide com uma avaliação anterior do almirante Brad Cooper, comandante do Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM), responsável pelas operações americanas no Oriente Médio.

    “Nossos bombardeiros B-2 Spirit e B-1 Lancer realizaram ataques cirúrgicos incontestados contra múltiplas instalações de mísseis no interior do Irã”, disse ele.

    “E, apenas na noite passada, uma força de bombardeiros B-52 Stratofortress atingiu mísseis balísticos e postos de comando e controle.”

    Assim, com as defesas aéreas do Irã aparentemente completamente neutralizadas e sua força aérea inoperante, a necessidade de aeronaves furtivas diminui - esses são os aviões militares projetados com tecnologia avançada para minimizar a detecção por radares.

    Isso significa que bombardeiros maiores — especificamente o B-52, com sua maior capacidade de carga — podem atingir mais alvos, mais profundamente no território iraniano, com relativa liberdade de ação.

    O Irã respondeu com mais de 500 ataques com mísseis balísticos, segundo Cooper.

    Não sabemos o número exato de mísseis que Teerã possui — mas um general sênior dos EUA estimou, em 2022, que seriam mais de 3 mil — e isso não inclui a capacidade do país com mísseis de cruzeiro.

    Fumaça em teerã
  8. Fotos mostram míssil iraniano que caiu perto da fronteira Síria-Turquia

    Míssil iraniano

    Crédito, Reuters

    Estamos vendo imagens de pessoas próximas a um míssil iraniano que caiu em Qamishli, uma cidade no nordeste da Síria, perto da fronteira com a Turquia.

    Não se sabe exatamente quando o míssil caiu. Mas, mais cedo, a Turquia afirmou que as defesas aéreas da Otan interceptaram um míssil iraniano que seguia em direção ao seu espaço aéreo.

    Míssil iraniano

    Crédito, Reuters

  9. Vídeo mostra momento em que torpedo dos EUA atinge navio de guerra iraniano

    Legenda do vídeo, Vídeo mostra momento em que torpedo dos EUA atinge navio de guerra iraniano

    O Pentágono divulgou imagens do momento em que um torpedo americano atingiu um navio da Marinha iraniana no Oceano Índico.

    Mais cedo, o secretário de Defesa Pete Hegseth afirmou que os EUA afundaram “um navio de guerra iraniano que achava que estava seguro em águas internacionais”.

    Acredita-se que cerca de 180 pessoas estavam a bordo do IRIS Dena — 32 foram resgatadas, e autoridades do Sri Lanka disseram à BBC que 80 corpos foram encontrados até o momento

  10. Verificamos: esta não é a 1ª vez que um navio é afundado por torpedo desde a 2ª Guerra Mundial

    O navio argentino afundado pelos britânicos

    Crédito, PA MEDIA

    Legenda da foto, O navio argentino afundado pelos britânicos

    Por Tom Edgington, da BBC Verify

    O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse a repórteres que um submarino americano afundou um navio de guerra iraniano no Oceano Índico com um torpedo nesta quarta.

    Ele afirmou que isso representaria “o primeiro afundamento de um navio inimigo por torpedo desde a Segunda Guerra Mundial”.

    Isso não está correto.

    Durante a Guerra das Malvinas, em 1982, o único cruzador da Argentina — o ARA General Belgrano — afundou no Atlântico Sul após ser atingido por dois torpedos Tigerfish disparados por um submarino nuclear britânico.

    Outro afundamento ocorreu em 1971, quando a fragata indiana INS Khukri foi atingida por um submarino do Paquistão.

    No entanto, se for confirmado, o afundamento do navio iraniano seria a primeira vez desde 1945 que um submarino americano afunda um navio inimigo dessa forma.

  11. Guerra está longe de acabar, diz general americano

    Dan Caine

    Crédito, REUTERS/Elizabeth Frantz

    Legenda da foto, General Dan Caine

    Por Daniel Bush, correspondente em Washington

    Aliados dos Estados Unidos que esperavam um fim rápido da guerra com o Irã devem ficar desanimados com a mais recente atualização sobre a Operação Fúria Épica feita por altos funcionários do governo e das Forças Armadas.

    A guerra está “longe de acabar”, disse o general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, nesta quarta-feira (4/3), durante uma coletiva ao lado do secretário de Defesa, Pete Hegseth.

    Caine não apresentou um cronograma específico sobre quanto tempo a campanha militar pode durar. Mas afirmou também que os Estados Unidos pretendem atacar “progressivamente mais fundo no território iraniano”.

    As declarações vieram após falas do presidente Donald Trump e do secretário de Estado, Marco Rubio, no início da semana, segundo as quais os EUA ainda não aplicaram seu golpe mais duro contra o regime iraniano.

    O presidente e outros assessores apresentaram uma ampla gama de justificativas para atacar o Irã. Mas têm sinalizado de forma consistente que a guerra não será curta — e as atualizações desta semana sugerem que nada mudou.

    O que o governo ainda não abordou é como um conflito prolongado afetará o restante da região — e qual poderá ser o impacto político interno.

    Pesquisas mostram que a guerra é amplamente impopular nos Estados Unidos. Quanto mais tempo ela durar, mais prejudicial pode se tornar para a Casa Branca e para os republicanos às vésperas das eleições de meio de mandato.

  12. 80 corpos encontrados após navio iraniano afundar

    Os corpos de 80 tripulantes a bordo do navio iraniano afundado no Oceano Índico foram encontrados, disse o ministro da Defesa do Sri Lanka, Sampath Thuyyakontha, à BBC News Sinhala, o serviço cingalês da BBC.

    Mais cedo, a Marinha do Sri Lanka informou que o IRIS Dena afundou com cerca de 140 pessoas a bordo.Depois, os EUA afirmaram ter afundado um navio de guerra iraniano na região, sem confirmar o nome da embarcação.

  13. Tráfego no Estreito de Ormuz cai cerca de 90%, mostram dados

    Por Kayleen Devlin e Joshua Cheetham

    O tráfego de navios pelo Estreito de Ormuz continua diminuindo, com muitos petroleiros e navios-tanque relutantes em arriscar um ataque iraniano ao transitarem por ali.

    Claire Jungman, da empresa de inteligência energética Vortexa, afirma que uma média de 24 petroleiros por dia transitavam pela via navegável entre janeiro e o início da guerra.

    A empresa de inteligência marítima Kpler informou à BBC que a movimentação de embarcações pelo estreito caiu cerca de 90% entre 2 e 3 de março, em comparação com a média de 21 a 27 de fevereiro.

    A queda acentuada ocorre em um momento em que as principais seguradoras marítimas reduziram ou cancelaram a cobertura contra riscos de guerra para navios que operam no Golfo, tornando a passagem pelo estreito – que transporta aproximadamente um quinto do petróleo comercializado no mundo – significativamente mais perigosa.

    Nas últimas 24 horas, a BBC identificou pelo menos dois navios de carga cujos dados de rastreamento indicam que navegaram de leste para oeste pelo Estreito de Ormuz em direção ao Golfo. Recentemente, o sinal dos rastreadores de bordo de vários navios — incluindo um com bandeira indiana — desapareceu ou apresentou indícios de interferência.

    Mapa

    Crédito, MarineTraffic

    Legenda da foto, Os dados de rastreamento da MarineTraffic mostram que uma embarcação com bandeira indiana não transmitiu sua localização enquanto estava próxima ao estreito (a linha pontilhada indica a perda de sinal).
  14. EUA afundaram navio de guerra iraniano com torpedo no Oceano Índico, diz Hegseth

    Pete Hegseth

    Crédito, POOL

    O secretário de Defesa, Pete Hegseth, disse que um submarino dos EUA afundou "um navio de guerra iraniano que pensava estar seguro em águas internacionais", no Oceano Índico.

    "Em vez disso, foi afundado por um torpedo", diz ele.

    Hegseth não revelou o nome do navio iraniano atacado. A Marinha do Sri Lanka informou que o IRIS Dena afundou no Oceano Índico, com cerca de 140 pessoas a bordo desaparecidas.

    Em pronunciamento no Pentágono, Hegseth disse que o regime iraniano "está acabado" eque os EUA estavam "vencendo de forma decisiva, devastadora e implacável".

    Hegseth também disse que o Irã tentou "matar" Donald Trump, declarando a repórteres que os EUA "caçaram e mataram" o "líder da unidade que tentou assassinar" o presidente.

    Questionado sobre o bombardeio de uma escola feminina em Minab, no Irã, Hegseth disse que os EUA estavam "investigando" e se recusou a comentar se havia informações de inteligência sobre qual país havia lançado a munição que atingiu a escola.

    Navio iraniano

    Crédito, Reuters

    Legenda da foto, Foto de 2023 mostra navio militar iraniano Iris Dena atracado no porto do Rio de Janeiro
  15. Conflito causa maior caos aéreo global desde a pandemia

    Aeroporto

    Crédito, Reuters

    Milhares de passageiros continuam presos nos países do Golfo Pérsico, desde que a operação conjunta deflagrada por Israel e pelos Estados Unidos contra o Irã forçou o fechamento de vários dos aeroportos mais importantes da região.

    Trata-se do transtorno mais grave ocorrido em relação ao tráfego aéreo desde o início da pandemia de coronavírus, em 2019, segundo a Reuters.

    Os cancelamentos começaram a diminuir, mas ainda eram elevados na terça-feira, segundo o portal Flightaware. Eles se concentraram nos aeroportos de Dubai, Tel Aviv (Israel), Bahrein, Doha (Catar) e Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos).

  16. 'Se não nos matarem, ficaremos aqui': o temor da escassez de comida no Irã

    Mulher chorando

    Crédito, Getty Images

    No Irã, a população civil está enfrentando explosões, cortes de eletricidade, interrupção dos serviços de internet e destruição ou saturação de infraestruturas, sem falar na repressão e censura por parte das autoridades do regime.

    Moradores locais manifestaram à BBC News Persa sua preocupação com a falta de alimentos e o aumento dos preços, enquanto as explosões continuam sendo ouvidas.

    "Precisamos nos abastecer porque não sabemos quanto tempo isso irá durar", disse um morador de Teerã. "Nossa preocupação é ficarmos sem produtos básicos, se não nos precavermos."

  17. Defesas da Otan abatem míssil iraniano rumo à Turquia

    As defesas aéreas da aliança militar Otan destruíram um míssil iraniano que se dirigia para o espaço aéreo turco, segundo o Ministério da Defesa da Turquia.

    Em um comunicado, o Ministério da Defesa afirma que não houve vítimas ou feridos. O comunicado diz que o míssil foi "detectado atravessando o espaço aéreo iraquiano e sírio e se dirigindo para o espaço aéreo turco".

    "Alertamos todas as partes para que se abstenham de tomar quaisquer medidas que possam agravar ainda mais o conflito na região", diz o comunicado da Turquia, que é membro da Otan.

  18. 140 desaparecidos após naufrágio de navio iraniano perto do Sri Lanka

    De Yogita Limaye da BBC News em Mumbai (Índia)

    A Marinha do Sri Lanka confirmou o resgate de 32 pessoas após receber um pedido de socorro do navio iraniano "IRIS Dena" na manhã de hoje. Budhika Sampath, porta-voz da Marinha do Sri Lanka, afirmou: "Embora estivesse fora de nossas águas territoriais, estava dentro da nossa área de busca e salvamento. Portanto, fomos obrigados a responder, conforme as obrigações internacionais."

    Ele acrescentou: "Encontramos pessoas flutuando na água, as resgatamos e, posteriormente, ao investigarmos, descobrimos que eram tripulantes de um navio iraniano."

    Ele também disse que, de acordo com a documentação do navio, acredita-se que 180 pessoas estivessem a bordo, embora o número exato de desaparecidos seja desconhecido.

    O porta-voz afirmou que, no momento do início das operações de resgate, não avistaram a embarcação, mas sim manchas de óleo na água e botes salva-vidas flutuando.

    Ele também declarou à BBC que rejeita as informações de que um ataque de submarino tenha causado o naufrágio e que a causa é desconhecida.

    Anteriormente, o secretário do Ministério da Defesa do país, o vice-marechal do ar Sampath Thuiyakontha, disse à BBC que cerca de 140 pessoas estariam desaparecidas. Até o momento, as Forças Armadas do Sri Lanka não conseguiram confirmar o que poderia ter causado o naufrágio do navio.

  19. Prédios em Teerã reduzidos a escombros

    Estas são algumas imagens registradas hoje na capital iraniana, Teerã, mostrando a extensão dos danos causados ​​por dias de ataques conjuntos entre EUA e Israel:

    Escombros no Irã

    Crédito, EPA

    Escombros no Irã

    Crédito, EPA

    Escombros no Irã

    Crédito, EPA

    Escombros no Irã

    Crédito, Reuters

    Escombros no Irã

    Crédito, EPA

  20. Funeral do aiatolá Ali Khamenei é adiado

    O funeral de Estado do Líder Supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, foi adiado, segundo informações da mídia estatal iraniana.

    O funeral, que duraria três dias, estava previsto para começar ainda hoje. Imagens nas redes sociais mostravam os preparativos para a realização do evento.

    No entanto, relatos indicam que os organizadores afirmaram que a cerimônia será adiada até que a infraestrutura esteja pronta. Nenhuma nova data para a cerimônia foi anunciada.